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Direitos e Cidadania Indígena, Educação, Eventos

“BAYAWI” Significa maloca na Língua Dessano

Coordenador do ProjetoJose Maria Lana

Coordenador do Projeto
Jose Maria Lana

Lançamento da Cartilha Desana ʉmʉkoɾi mahsã a’ɾa maɾiã, Cds de músicas e de cantos capiwaya, caderno de textos transcritos das gravações e catálogo desana que os produtos supracitados são do Projeto Bayawi executado pela Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro, FOIRN através de uma coordenação técnica e de consultores. O termo “bayawi” em desana significa maloca – casa dos saberes, donde referenciamos o título do projeto. Se analisarmos bem, bayawi representa “casa de convivência entre grupos de famílias do mesmo clã, casa de aprendizado de cantos e danças, ou casa de aprender fazendo no dia a dia”. No sentido mais amplo bayawi é de arquitetura indígena, um projeto arquitetônico padrão igual do ʉmʉkowi. A maloca-bayawi que fica em algum lugar no universo, até em nossos dias é o mais mencionado nas cerimônias.

Este evento de lançamento da cartilha ʉmʉkoɾi mahsã a’ɾã maɾiã traz mais um significado no que diz respeito a resistência de um povo que vive em meio de ameaças culturais do mundo contemporâneo. Pois, a extinção da língua de forma involuntária, impercebível, está atingindo a cultura desana desde a chegada dos missionários na região. Antes desses tempos, a cultura de nosso povo segue em direção a caminho tão largo e compreensível entre povos.

Caxiri

Caxiri

Nós somos ʉmʉkoɾi mahsã ou ʉmʉko mahsã, ahsiɾi mahsã ou wihu mahsã, ou simplesmente wiɾã, popularmente assim denominados desde os tempos antigos.

Escrito IndígenaLuiz Lana - Dessano

Escrito Indígena
Luiz Lana – Dessano

O ancestral dos grupos ʉmʉkoɾi mahsã, ou o primogênito dos wiɾã foi criado ao mesmo tempo de yebá goamʉ pela yebá bʉɾo. A yebá bʉɾo surgiu por si mesma, tendo poder sensorial masculino e feminino simultaneamente para gerar novos seres. Foi ela quem transformou os cinco ʉmʉko yehkʉsʉmã, os buhpua que se chamam trovões em português.

Evocamos que os buhpua que são criaturas imortais, feitos de quartzo branco, porque eles são eternos. Os kumuã acreditam que os buhpua vivem nas malocas que ficam lá no alto. Imaginamos que esse espaço donde vêm as descargas atmosféricas. Ou, pode ser essas malocas invisíveis que estejam em alguma camada do sistema solar para ficar bem próximo do planeta terra.

Os wiɾikumua dos dias de hoje afirmam sobre a existência desses seres onipotentes quando está fazendo o trabalho de cura das doenças, proteção do corpo, entre outros benefícios aos seres que tem vida.

A denominação ʉmʉko mahsã pode ser que seja o nome derivado a ʉmʉko mahsʉ, o boɾeka que consideramos o seu primo irmão o yebá goamʉ, porque ambos foram baluartes de grandes acontecimentos no início dos tempos antigos, pós a desobediência dos cinco buhpua que se acomodaram em suas bayawiri (malocas) do universo

O ʉmʉko mahsʉ boɾeka recebeu poder de yebá bʉɾo, quanto o yebá goamʉ que são dois primos tornaram-se realizadores de muitas obras misteriosas, que são obras vistas no ʉmʉko paatoɾe nos quatro cantos deste mundo.

A força sobrenatural de ʉmʉko mahsʉ boɾeka era como se fosse relâmpago e suas viagens de visita a yebá bʉɾo e à casa do terceiro buhpu em busca de riquezas culturais, e ao deslocar-se atingia a velocidade de um meteorito ao riscar no firmamento.

O ancestral dos wiɾã depois de ter recebido poderes de yebá bʉɾo recebeu a missão de negociador de riquezas da casa de terceiro buhpu , que seriam os futuros ossos das articulações do corpo humano contemporâneo.

E assim, entre a yebá bʉɾo, yebá goamʉ e o ʉmʉko mahsʉ boɾeka não havia grandes distâncias, pois a comunicação era imediata como se fosse o reflexo de espelho ou receptor de antena de telecomunicação conectado em satélite na órbita.

O boɾeka foi de interlocução 24 horas com o yebá goamʉ seu primo parceiro, reconhecidamente o ancestral do povo tukano, aquele que comandou a canoa de transformação, a embarcação de metamorfose das riquezas culturais, trazidos da casa de terceiro buhpu que passaram pelo processo de mutação em forma de larvas para o esqueleto humano, e todo percurso subaquático até se tornarem adultos. Segundo estudos modernos, essa camada por onde navegou a canoa de transformação, pode ser o lençol freático, situado no subsolo do litoral brasileiro, no subsolo do leito do rio amazonas, e no subsolo do leito das calhas de rios formadores da bacia do rio negro.

A navegação da canoa de metamorfose humana, conhecida por pa’mʉmʉɾi gahsiɾu ou pa’mʉmʉɾi yhkʉsiɾu, aconteceu no trecho ahpikudihtaɾu e nas calhas de rios do ahpikudiá (o rio negro). Nesse percurso o Boɾeka parecia manter sobrevoo a canoa de transformação, como se fosse a gaivota pronta para tomar devidas providências, caso aconteça algum incidente no bordo da canoa de metamorfose humana.

O ʉmʉko mahsʉ boɾeka esteve sempre vigilante de forma indireta a canoa de transformação. A canoa metamorfose era como se fosse útero gigante que engravidou os pa’mʉɾi mahsã que concebeu no seu ventre muitos tempos, pois não sabemos exatamente os tempos que as larvas gentes estiveram a bordo.

Durante a viagem subaquática que durou milhões de anos, todos originários de mais 23 povos que conhecemos hoje, em nossa região, tinham uma comunicação universal monolíngue a bordo da canoa de transformação e na passagem pelas casas de transformação.

A convenção de línguas dos pa’mʉɾi mahsã e ba’huaɾimahsã que são faladas na região do alto rio negro, aconteceu no diáwi.

As pesquisas mais aprofundadas sobre a convenção de línguas no diáwi devem acontecer em conjunto com sabedores representantes de todos os povos indígenas que vivem na faixa de fronteira Brasil, Colômbia e Venezuela porque somente eles podem-nos decifrar do ocorrido a milhões de anos atrás. Pois, meu pai dizia que as letras do canto capywaia pertence a época unilíngue, isto é, na época quem cantava, estava expressando algo dos tempos antigos. E, esse diáwi fica em Uriri no baixo rio Uaupés.

Passaram-se alguns tempos, até chegar sair do buraco peɾagobé onde os pa’mʉɾi mahsã emergiram em humanos completos, já falando a língua do povo que pertence. Por isso a yebá bʉɾo fez o boɾeka e ʉmʉko sulã paɾãmi ambos detentores de poderes extremos, onipotentes, iguais a ela. E assim eles cumpriram a meta, o que ʉmʉko yehkʉsʉma buhpua não conseguiram o resultado esperado em gerar vidas humanas, inclusive as coisas que vemos na natureza.

Todos esses tempos antigos ou milenares de transformação não contam as épocas cronologicamente, porque para os ʉmʉkoɾi mahsã o calendário dos tempos antigos era definido pela contagem de épocas por meio de calendário sazonal dividido em épocas de pu’ibʉ (enchente) e épocas de bo’hoɾi (vazante) guiados pelas constelações.

Temos muitas coisas que nos lembra do passado dos tempos antigos, mas é por aqui quero ficar, e o futuro sempre será acompanhado com base desses conhecimentos quando pensamos em projetos culturais e econômicos sustentáveis. Com esses dizeres quero fechar essa primeira parte e continuar com discurso:

Sobre a Dispersão dos ʉmʉko mahsã

Os ʉmʉko mahsã depois de compartilhar da convenção universal de línguas no diáwi pelos pa’mʉɾi mahsã e ba’huaɾimahsã tiveram que emergir em humanos no peɾagobé, na cachoeira de Ipanoré para existir sempre na terra como yebá buɾó havia planejado.

Para os ʉmʉkoɾi mahsã o solo recém-povoado, o pa’mʉɾa nihku tinha que ser uma terra boa para oferecer a vida saudável, com fartura de comida e sem doença. Por isso, o yebá goamʉ colocou seu yegʉ cerimonial no ponto leste ao oeste da terra e em seu entorno fez as terras férteis que margeiam os igarapés nʉɾiyña, bu’sikaya, uñuña e diámʉgãña que são afluentes do dehkoñiɾiya (o rio papuri) e também no kaɾeña que é afluente do diápaya (rio uaupés).

Com o passar dos tempos os wiɾã kuɾuɾi ou seja, grupos desana constituíram-se em novos chefes de grupos sem perder a ordem genealógica e hierárquica de mahsãtirã (irmãos maiores) e dos yehkʉsʉmã (avôs dos irmãos maiores) que são do grupo boɾeka e do grupo sibiá mahsã – duhputiɾo que seguem 20 subgrupos distintos muito peculiar no dialeto.

Por isso durante as realizações de espaços-temporais e encontros de monitores, articuladores e assessores pelo projeto bayawi encontramos dificuldades ao discutirmos sobre a linguagem falada para linguagem escrita dos grupos wiɾã ou ʉmʉko mahsã. Na ocasião, o assessor linguista, Wilson Silva explicou-nos sobre a percepção na pronúncia de dialeto entre o uso de “r” e o “tep” e sua pronúncia glotal específico dos grupos desana. A junção desses consoantes foi de grande avanço para nós ʉmʉko mahsã em termo gramatical. E não queremos para por aí, temos que construir gramática em conjunto com demais grupos indígenas da região do rio negro para que possamos escrever de forma unificada e ler de forma diferenciada por conta do dialeto de cada grupo ou subgrupo.

Mesmo a influencia da diversidade de línguas dos tempos atuais, a fala dos wiɾã kuɾuɾi ainda persiste através das pessoas de terceira idade, e essas pessoas encontram-se dispersos em toda região do alto rio negro, na cidade de São Gabriel da Cachoeira, Santa Isabel do Rio Negro, Barcelos, Manaus, até mesmo em outras cidades brasileiras, porque saíram da região de origem em busca de novas oportunidades que o mundo moderno oferece.

E ainda, sabemos que algumas famílias ʉmʉko mahsã que migraram ao longo de tempo atrás, perderam sua origem e não sabem se identificar mais a que povo indígena pertence, portanto, passam a fazer parte de outras etnias. No entanto, alguns jovens buscam suas origens e muitos deles se já identificam que pertence ao povo desana, porém, não sabem a qual grupo desana faz parte.

Podemos sentir valorizado, mais ainda, quando dissermos que as nossas terras pa’mʉɾi nihku e pa’mʉɾi wiáɾa existem na margem direita e na margem esquerda do dehkoñiɾiya (o rio papuri) aonde podemos dizer que esse lugar é berço de todos os grupos ʉmʉko mahsã

Para chegar nestas palavras sintéticas, relembrei de tudo o que o meu pai falava sobre a história dos tempos antigos. Como qualquer criança, não detém de conhecimentos dos velhos, na época não dava muita importância, o que meu pai contava. Pois agora, com o passar do tempo, percebi que, falar da própria cultura é sinônimo de orgulho. E, a partir dessa visão debrucei no livro Antes o Mundo Não Existia, publicado em 1980, coautoria de Umusi PalonKumu Firmiano Arantes Lana, meu pai, que se foi em dezembro de 1988, para nunca mais voltar no meio de nós. Mas a dedicação de Firmiano, de tudo que herdou de seu pai José Lana, de forma oral, ficou para sempre em narrativas de pesquisadores e de acadêmicos da era moderna, sejam eles indígenas e não indígenas. Na lista de coautores brasileiros de narrativas sobre saberes desana, encontramos ainda os senhores, Luis Gomes Lana, Feliciano Pimentel Lana, Américo Fernandes, Durvalino Moura Fernandes, Venceslau Galvão e Raimundo Galvão sem contar os coautores no lado colombiano.

Produtos Lançados

Produtos Lançados

Espero que este discurso formal não venha polemizar a categoria de acadêmicos da área de ciências sociais que aprendem nas faculdades com paradigmas mesclada do neologismo.

Sobre a revitalização da cultura e da língua dos ʉmʉkoɾi mahsã.

Os ʉmʉkoɾi mahsã, vivendo no mesmo espaço e tempo com demais povos do alto rio negro não conseguimos lutar de forma organizada para co-oficialização como língua baniwa, tukano e nhengatu em lei orgânica do município e na produção de material didático próprio. Todos esses tempos, atentamos muito pouco principalmente no campo de discussão da gramática desana, da partitura da música, da arquitetura de nossas bayawiɾi, e contar histórias e fábulas em cartilhas escolares. Nem tão pouco preparar nossos professores para ministrar em sala de aula no ensino via pesquisa na própria língua ou na língua de cada 20 subgrupos wiɾã mahsã reconhecidamente distintos.

Desde a década de 70, no lado brasileiro temos o Feliciano Lana e Luis Lana, ambos do grupo yéboɾeɾã do clã kenhiripõrã que são filhos dos desenhos dos sonhos, em parceria com seus pais, tiveram iniciativa própria em escrever e desenhar à mão para não esquecer. Criar a linguagem de pintura, por meio de arte em ícones do invisível, e com isso mostrar ao mundo como imaginavam que apareceriam as primeiras criaturas do mundo invisível como a de Yebá Bʉɾo .Contado de geração em geração desde os tempos antigos. Suas publicações tem repercussão internacional, no mundo de ciências sociais e da teologia, sobretudo para os ʉmʉkoɾi mahsã o aparecimento de Yebá Bʉɾo e Boɾeka.

O despertar em busca de revitalização formal da língua dos ʉmʉko mahsã ou dos wiɾã começou na década de 90, porém com muita timidez.

Em nosso município São Gabriel da Cachoeira, a secretaria municipal de educação, promoveu o curso de magistério indígena em ensino médio no final da década de 90.

Dentro do modelo de ensino que por ora configurava na metodologia de ensino, os professores indígenas sentiram a necessidade de preparar a cartilha desana como material didático para as crianças desana.

Podemos dizer que o curso magistério indígena para wiɾã mahsã estimulou para que a cultura contada de forma oral passasse para a escrita. Daí partirmos para o aprendizado da língua desana. Não produzimos muita coisa, mas avançamos. Devido que os 20 subgrupos ʉmʉkoɾi mahsã distintos possuírem o dialeto próprio herdado ao longo do tempo, fez com que os professores desana tivessem dificuldade de formar frases quanto à gramática e a pronúncia de cada palavra.

Em 2005 tivemos varias reuniões com o tema de resgatar a cultura da língua desana. Depois de algum tempo, com apoio de assessores externos, começamos traçar o projeto bayawi.

O projeto bayawi tem como proponente, a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) e o apoio financeiro é do Projetos Demonstrativos dos Povos Indígenas (PDPI) do Ministério do Meio Ambiente (MMA).

A FOIRN começou executar as primeiras atividades do bayawi em novembro de 2007.

Nas etapas iniciais, a dificuldades maiores foram para aproximar dos grupos e comunidades desana e realizarmos encontros de espaços-temporais nas Referencias Desana, pessoa falante a disposição não era aceito pela comunidade referencia porque ele não pertencia ao subgrupo daquele lugar.

Com o projeto bayawi ganhamos muita experiência nos moldes de revitalização da língua e compreender a complexidade dos grupos ʉmʉko mahsã dispersos na faixa de fronteira do Brasil e Colômbia.

Se no momento já temos materiais impressos e digitais, não iremos ficar parados. Daremos continuidade do propósito de revitalizar por meio dos falantes de terceira idade, existe proposta para uma grafia unificada da língua desana e através de uma convenção de língua de povos queremos pronunciar a escrita de forma grupal, isto é, cada subgrupo deverá falar como seus antepassados. Não descartamos de lutar pela criação de escolas desana no nosso município.

Já vimos grupos de professores e jovens desana com tentativas de viver a sua cultura e tradição, mas o que nos falta, são líderes e dirigentes de categorias para alcançar o que almejam. Muitas vezes o grande empecilho é a falta de material didático produzido com finalidade de resgatar a língua e tradição a grupo que pertence.

Nós wiɾã mahsã precisamos nos unir mais na questão de resgate cultural. Falar sua própria língua é um orgulho de ser alguém diferente quando está em meio de outro povo. No caso na região do rio negro, algumas línguas indígenas já foram extintas. Esses povos são falantes da língua de seus cunhados. Entre os desana 10% da população da terceira idade falam fluentemente, enquanto a população jovem são falantes da língua tukano. Os tukanos já nos alertaram que falamos a língua emprestada.

Daburi de comida tradicionais dessano

Daburi de comida tradicionais dessano

Somente a experiência de espaços-temporais de convivência que tivemos pelo projeto Bayawi tem como fazer revitalizar a língua dos ʉmʉkoɾi mahsã. Podemos começar com os espaços-temporais de convivência em torno da cidade de São Gabriel da Cachoeira para o público em geral com metodologia participativa em finais de semana. Ou, podemos também promover cursos de língua desana. São várias ideias que podem ser alternativas de revitalização da língua. O publico infantil desana é o alvo principal, porém esse público precisa de ensino-aprendizagem da língua com equipamentos de novas tecnologias que o mundo moderno oferece. O projeto Bayawi é um começo para esse desafio.

Professores Dessano

Professores Dessano

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Sobre FOIRN - Comunicação

Somos a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro a entidade sem fins lucrativos, fundada em 30 de abril de 1987, para lutar e defender os direitos dos povos indígenas do alto Rio Negro.

Discussão

Um comentário sobre ““BAYAWI” Significa maloca na Língua Dessano

  1. Bayawi em Dessano e Basawi em Tukano tem um significado espiritual e cosmológico como casa de rituais e cada ritual com seu siginicado. Portanto a palavra “maloca” apenas é apelido que os não indios deram para essa casa sem entender o grande signicado e a importancia dela. Por isso literalmente não se pode dizer que Bayawi ou Basawi significa maloca, pois Bayawi é Bayawi. Nada de maloca!

    Publicado por Maximiliano Correa Menezes Tukano | 07/03/2013, 03:31

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