EQUIPE GT POVOS ORIGINÁRIOS PARTICIPAM DA IV REUNIÃO DO FPCONDISI EM MANAUS

No período da tarde do dia 14/12, lideranças que compõem o GT Povos Originário da equipe de transição do presidente eleito Lula, composto por Marivelton Baré – diretor presidente da FOIRN, Kleber Karipuna – coordenador executivo da APIB pela COIAB, Sônia Guajajara ex-coordenadora executiva da APIB, Deputada Federal eleita pelo estado de São Paulo e Yssô Truká da Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (Apoinme), participaram da reunião do Fórum de Presidente do CONDISI, onde o grupo povos originários fizeram uma explanação do trabalho realizado aos participantes, reunindo, sobretudo as provocações e a situação da Saúde indígena no Brasil nas regiões dos territórios e de cada distrito e o que pode ser feito pelo grupo de trabalho buscando melhorias.

O GT ainda ressalta mais uma preocupação que foi o corte de quase 60% no orçamento da Saúde indígena, fazendo referência que muitas coisas precisa ser revista, muitas coisas precisa ser construída, um orçamento precisa ser composto e cargos que não devem ser ocupado por aqueles que já passaram, sobretudo aqueles oportunistas de aproveitamento de recursos da Saúde indígena que prejudicou os territórios.

De modo geral junto com os presidentes de CONDISI que colocaram também suas preocupações e reforçaram que tem que somar forças junto ao movimento indígena, com as organizações e poder discutir e exercer controle social sobre a saúde indígena para poder funcionar.

Além disso, se discutiu um tema em comum tanto na Assembleia das organizações indígenas do Amazonas quanto no Fórum de presidentes do CONDISI, cuja não poder corroborar com pessoas que fizeram má gestão, que precisar ser tirado, e que haja essas intervenções, para solucionar os problemas e acaba com o mal funcionamento, sobre tudo, para atender aqueles que estão mais em necessidade que é a base, se discutiu muito sobre esse tema de poder atender a expectativa da base, que é por eles que tem se trabalhado por respeito multo, pois antes de chegar às representações as lideranças surgem do trabalho coletivo social do movimento indígena das bases.

É dever e obrigação de todos poderem discutir a saúde indígena no país, ou seja, cabe a população indígena como todo e através das organizações representativas e do próprio fórum, poder se fazer  essa soma de forças para melhor qualidade do bom funcionamento desta gestão.

Afirmou-se também no fórum que os cargos e funções a serem assumidas desde a SESAI e ao Distrito Sanitário Especial Indígena – DSEI deve ser por Indígenas, que possam ser decidido no âmbito do movimento indígena da própria saúde indígena, repudiaram atos de pessoas sem experiência em saúde indígena e que se aproveita de apadrinhamentos políticos para manobras e tirar vantagem em interesses pessoais que não sejam em prol ao coletivismo de políticas de saúde indígena.

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